O Papilomavírus Humano (HPV) é responsável pela infecção sexualmente transmissível mais frequente no mundo. Está associado ao desenvolvimento de quase a totalidade dos tipos de câncer de colo de útero, bem como a diversos outros tumores em homens e mulheres. Além disso, provoca verrugas anogenitais (região genital e no ânus), a depender do tipo de vírus.
Apesar de ser altamente evitável, a doença mata 35,7 mil mulheres a cada ano nas Américas. Dois tipos de HPV (16 e 18) causam 70% dos cânceres do colo do útero e lesões pré-cancerosas. Também há evidências científicas que relacionam o HPV com cânceres de ânus, vulva, vagina, pênis e orofaringe.
O HPV é transmitido principalmente por contato sexual. A maioria das pessoas é infectada logo após o início da atividade sexual.
A infecção pelo HPV não apresenta sintomas na maioria das pessoas. Em alguns casos, o HPV pode ficar latente de meses a anos, sem manifestar sinais visíveis, ou apresentar manifestações subclínicas (não visíveis). A diminuição da resistência do organismo pode desencadear a multiplicação do HPV e, consequentemente, provocar o aparecimento de lesões. A maioria das infecções tem resolução espontânea, pelo próprio organismo, em um período aproximado de até 24 meses.
Embora a maioria das infecções por HPV se cure sozinhas e a maioria das lesões pré-cancerosas se resolva espontaneamente, ainda há risco, para todas as mulheres, que a infecção por HPV se torne crônica e que as lesões pré-cancerosas evoluam para um câncer invasivo do colo do útero.
As primeiras manifestações da infecção pelo HPV surgem entre, aproximadamente, 2 a 8 meses, mas pode demorar até 20 anos para aparecer algum sinal da infecção. As manifestações costumam ser mais comuns em gestantes e em pessoas com imunidade baixa.
O diagnóstico do HPV é atualmente realizado por meio de exames clínicos e laboratoriais, dependendo do tipo de lesão, se clínica ou subclínica. Dentre os exames laboratoriais é possível identificar a presença de antígenos do HPV no organismo.
O tratamento das verrugas consiste na destruição das lesões, que podem reaparecer, já que o mesmo não elimina o vírus. Deve-se individualizar o tratamento, de acordo com as características da lesão, que pode ser feito por químicos, procedimentos cirúrgicos e estimuladores da imunidade.
A vacina contra o HPV é a medida mais eficaz de se prevenir contra a infecção, apesar de não prevenir contra todos os tipos de HPV e sim os mais frequentes: 6, 11, 16 e 18. É recomendado que meninas e meninos se vacinem entre 9 e 14 anos.
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