A sífilis é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) curável e exclusiva do ser humano, causada pela bactéria Treponema pallidum. Pode apresentar várias manifestações clínicas e diferentes estágios (sífilis primária, secundária, latente e terciária). Nos estágios primário e secundário da infecção, a possibilidade de transmissão é maior.

No período de 2012 a 2022, foram notificados no país 1.237.027 casos de sífilis adquirida, 537.401 casos de sífilis em gestantes, 238.387 casos de sífilis congênita e 2.153 óbitos por sífilis congênita.

A transmissão da doença ocorre através de relação sexual sem preservativo com uma pessoa infectada ou para a criança durante a gestação ou parto.

A infecção por sífilis pode colocar em risco a saúde do adulto, como também do bebê que a adquire durante a gestação. Por isso o acompanhamento das gestantes durante o pré-natal é fundamental na prevenção da sífilis congênita. Em formas mais graves da doença, como no caso da sífilis terciária, se não houver o tratamento adequado pode causar complicações graves como lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas, podendo levar à morte.

Os sintomas e sinais da sífilis variam de acordo com o estágio da doença. Na sífilis primária ocorre ferida geralmente única que aparece entre 10 e 90 dias após o contágio, sendo um local de entrada de bactérias e chamada de “cancro duro”. Já na sífilis secundária os sinais e sintomas aparecem entre seis semanas e seis meses do aparecimento e cicatrização da ferida inicial podendo surgir manchas no corpo, que geralmente não coçam, incluindo palmas das mãos e plantas dos pés. Essas lesões são ricas em bactérias e pode ocorrer também febre, mal-estar, dor de cabeça e ínguas pelo corpo. Na chamada sífilis latente, não aparece sinais ou sintomas e a terciária pode surgir entre 1 e 40 anos após o início da infecção e se caracteriza principalmente por lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas, podendo levar à morte. Uma pessoa pode ter sífilis e não saber, isso porque a doença pode aparecer e desaparecer, mas continuar latente no organismo.

O diagnóstico é feito através da detecção de anticorpos específicos para a bactéria causadora da sífilis (T. pallidum).

O tratamento que se mostra mais eficaz até o momento para combater a bactéria causadora da doença é o antibiótico penicilina benzatina (benzetacil). A utilização de preservativos é a medida mais importante na prevenção da sífilis.

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